Autoridade acadêmica
Professora Associada de Reumatologia da UFPB e coordenadora do serviço de Reumatologia do Hospital Universitário Lauro Wanderley.
Diagnóstico preciso e tratamento individualizado para artrite, lúpus, fibromialgia, osteoporose e demais doenças reumáticas — com a Dra. Alessandra Braz, Professora Associada de Reumatologia da UFPB e Doutora em Farmacologia da dor crônica.
Formação acadêmica de excelência aliada a mais de duas décadas de prática clínica, ensino e pesquisa científica em dor crônica e doenças autoimunes.
Professora Associada de Reumatologia da UFPB e coordenadora do serviço de Reumatologia do Hospital Universitário Lauro Wanderley.
Doutorado em Farmacologia com tese dedicada à dor crônica e à fibromialgia — conhecimento aplicado diretamente ao seu tratamento.
Consultas conduzidas com tempo para ouvir a sua história. Doenças reumáticas exigem investigação cuidadosa — e explicação em linguagem clara.
Membro das Comissões de Dor e de Títulos de Especialista da Sociedade Brasileira de Reumatologia. Condutas atualizadas com a ciência mais recente.
Da investigação diagnóstica ao acompanhamento de longo prazo, com tratamento ajustado ao seu caso e à sua rotina.
Doença autoimune que inflama a membrana das articulações, causando dor, inchaço e rigidez matinal prolongada — especialmente nas mãos e nos punhos. O diagnóstico precoce e o início rápido do tratamento são decisivos para evitar deformidades permanentes e preservar a função das articulações.
Síndrome de dor crônica generalizada, acompanhada de fadiga, sono não reparador e dificuldade de concentração. É uma condição real, com base neurofisiológica comprovada — e a principal área de pesquisa e doutorado da Dra. Alessandra, que reúne medicação, sono, exercício e manejo dos gatilhos.
Doença autoimune que pode acometer pele, articulações, rins, sangue e outros órgãos, alternando períodos de atividade e remissão. O acompanhamento contínuo permite controlar a inflamação, ajustar a medicação nas fases críticas e proteger os órgãos a longo prazo.
Desgaste progressivo da cartilagem em joelhos, mãos, quadril e coluna, com dor que piora ao uso e rigidez após o repouso. Há muito a fazer além do analgésico: fortalecimento orientado, controle de peso, medicações específicas e infiltrações quando indicadas.
Perda silenciosa de massa óssea que costuma se manifestar apenas quando ocorre a primeira fratura. A avaliação do risco, a densitometria e o tratamento adequado — associados a cálcio, vitamina D e exercício — reduzem de forma significativa a chance de fraturas de quadril e coluna.
Crises de dor intensa e súbita, geralmente no dedão do pé, causadas por cristais de ácido úrico depositados na articulação. Com o tratamento correto as crises deixam de se repetir — e o controle do ácido úrico ainda protege os rins e as demais articulações.
Grupo de doenças inflamatórias que atingem a coluna e as articulações periféricas, incluindo espondilite anquilosante e artrite psoriásica. O sinal característico é a dor lombar que melhora com o movimento e piora com o repouso — muitas vezes confundida com problema mecânico por anos.
Doença autoimune que ataca as glândulas produtoras de lágrima e saliva, causando secura persistente nos olhos e na boca. Costuma vir acompanhada de dor articular e fadiga, e o tratamento alivia os sintomas enquanto protege dentes, córneas e demais órgãos.
A fibromialgia é real, tem explicação científica e tem tratamento. A Dra. Alessandra dedicou seu doutorado à farmacologia da dor crônica e integra a Comissão de Dor da Sociedade Brasileira de Reumatologia — trazendo para o consultório uma abordagem que vai além do analgésico: medicação adequada, sono, exercício e manejo dos gatilhos.
Formada em Medicina pela Universidade Federal da Paraíba, a Dra. Alessandra construiu uma trajetória que une consultório, hospital universitário e pesquisa científica. Fez residência médica em Reumatologia no Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo (IAMSPE), mestrado em Medicina Interna pela UFPE e doutorado em Farmacologia pela UFPB, com tese voltada à dor crônica e à fibromialgia.
Hoje é Professora Associada de Reumatologia da UFPB, coordena o serviço de Reumatologia do Hospital Universitário Lauro Wanderley e supervisiona o programa de residência médica que forma novos reumatologistas na Paraíba. Essa vivência dupla — ensinar e atender — mantém sua prática clínica permanentemente atualizada.
No consultório, a proposta é simples e rara: tempo para ouvir. Doenças reumáticas costumam levar anos até serem diagnosticadas, e muitos pacientes chegam depois de passarem por vários profissionais sem resposta. A investigação é feita com método, e cada conduta é explicada em linguagem que você entende.
Autoria e edição de Alessandra de Sousa Braz
Editora Manole · 1ª edição
A Dra. Alessandra é autora e editora do manual que ensina outros médicos a examinar articulações — obra publicada pela Editora Manole e usada como referência para as provas de título de especialista da Sociedade Brasileira de Reumatologia.
Em doenças reumáticas, o exame físico bem-feito é o que separa um diagnóstico preciso de anos de investigação sem resposta. O livro reúne, região por região — da coluna às mãos, do quadril aos pés —, as manobras clínicas capazes de revelar o que nem sempre aparece em exames de imagem. É esse mesmo olhar treinado que examina você na consulta: avaliação minuciosa, escuta atenta e explicação em linguagem clara.
Conhecer a obra no site da Editora Manole
Avaliações públicas verificadas na plataforma Doctoralia.
Dra. Alessandra é muito competente, atenciosa e detalhista. Sai do seu consultório sem dúvidas, com o coração cheio de esperança e gratidão.
Atendimento excelente, bem detalhado e muito claro.
Profissional bastante competente, comunicativa e transmite muita segurança para fazermos o tratamento prescrito. Consultório ótimo, bem aconchegante e moderno. Horário marcado, portanto não tem espera.
Explica tudo de uma forma fácil de entender, informa detalhes do tratamento de uma forma que me deixou bem seguro.
Médica atenciosa, muito competente e profissional. Expõe o diagnóstico de forma clara.
Pontual, atenciosa, explica detalhadamente, tirando todas as dúvidas.
Avaliações publicadas por pacientes no Doctoralia. Nomes abreviados para preservar a privacidade.
Procure avaliação se você tem dor articular persistente por mais de seis semanas, inchaço nas articulações, rigidez ao acordar que dura mais de 30 minutos, dor lombar que melhora com o movimento, fadiga intensa sem causa definida, ou exames alterados como FAN e fator reumatoide. Dor difusa pelo corpo há meses também merece investigação.
O atendimento no consultório é particular. É emitido recibo/nota fiscal para solicitação de reembolso junto ao seu plano de saúde — a cobertura depende das regras de cada operadora. Confirme as formas de pagamento e a possibilidade de reembolso no momento do agendamento, pelo WhatsApp.
O agendamento é feito pelo WhatsApp (83) 99303-8105 ou pelo telefone do consultório (83) 3690-0198. A secretaria confirma os horários disponíveis, o valor da consulta e as orientações de preparo. O atendimento é com hora marcada.
O valor é informado diretamente pela secretaria no momento do agendamento, junto com as formas de pagamento aceitas e a política de retorno. Entre em contato pelo WhatsApp para receber a informação atualizada.
Leve todos os exames de sangue e de imagem que já realizou (mesmo os antigos — a evolução importa), a lista dos medicamentos que usa com as doses, relatórios de outros médicos e, se possível, um resumo de quando os sintomas começaram e o que melhora ou piora a dor. Essas informações encurtam muito o caminho até o diagnóstico.
Sim. A fibromialgia é uma condição reconhecida, com base neurofisiológica bem estudada, e tem tratamento eficaz. A abordagem combina medicações que atuam na modulação da dor, cuidado com a qualidade do sono, exercício físico progressivo e manejo dos fatores que desencadeiam as crises. O objetivo é devolver funcionalidade e qualidade de vida.
Não. É um dos mitos mais comuns. Lúpus, artrite reumatoide, espondiloartrites e fibromialgia costumam aparecer entre os 20 e os 50 anos, e muitas dessas doenças afetam mais mulheres jovens. Idade nunca deve ser motivo para adiar a investigação de uma dor articular persistente.
Depende da doença. Várias condições reumáticas são crônicas e exigem acompanhamento contínuo, mas isso não significa dor permanente: com o tratamento certo, muitos pacientes atingem remissão e mantêm vida plenamente ativa. As doses são reavaliadas periodicamente e ajustadas conforme a resposta.
Atendimento com hora marcada, presencial ou por teleconsulta. Fale com a secretaria para verificar a disponibilidade da agenda.
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(83) 99303-8105
Agendamento e informações
Consultas com hora marcada.
Presencial e teleconsulta.
Atendimento particular, com recibo para reembolso.
Agende sua consulta com a Dra. Alessandra Braz e receba um plano de tratamento feito para o seu caso.